Naquela noite a escuridão nublava o caminho
O silêncio recuava-se
E o barulho serelepe de conotações devassas
Impediam veementemente os pensamentos sensatos
Audaciosamente a confusão se instala
Astuciosamente o desejo impera
A insanidade governa vencedora
E a consciência vencida se afasta
A loucura tão sedutora aquece a alma
Nos olhos a impaciência antecipa os fatos
A sanidade agora bloqueada
Abre espaço para os impulsos irracionais
O ato agora está descontrolado
Consumado e irreversível
A alienação de tão sagaz se vai
E os olhos inebriados só expressam o arrependimento
domingo, 31 de agosto de 2008
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